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Conheça seu Pneu

Da compra à conservação, vida longa aos seus pneus.

Cuidados com pneus

Só quem trabalha com pneus há mais de 120 anos tem dicas de como evitar os desgastes e prolongar a vida útil de cada modelo. Rode o mundo com mais segurança e conforto.

Veja abaixo os cuidados que você deve ter com seu pneu:

  • A profundidade de sulco é fator determinante de segurança na utilização dos pneus. Para identificar o nível de desgaste, os pneus apresentam ressaltos de 1,6 mm de altura (TWI – indicadores de desgaste) em seus sulcos principais.

  • Quando o desgaste da banda de rodagem coincidir com estes ressaltos o pneu deve ser substituído conforme a legislação. Para facilitar a localização dos TWI há nos ombros dos pneus seis a dez indicadores que podem auxiliar na localização estes ressaltos.

  • Sobre o fator segurança estudos nos mostram que em pista molhada um veículo com pneus com apenas 1,6 mm de profundidade de sulco (dimensão mínima permitida) têm uma distância de frenagem 22% maior que a de um veículo com pneus novos. Em terreno seco isso fica menos evidente, mas a distância de frenagem também é maior.

  • Deve-se considerar a troca dos pneus a partir de 3,00 mm de sulco remanescente porque os pneus, a partir desta medida, vão rapidamente perdendo sua eficiência, principalmente em condições meteorológicas adversas.

  • Recomenda-se, ainda, que os pneus de um mesmo eixo tenham profundidades de sulcos compatíveis para evitar desgastes excessivos no pneu mais profundo, e que no caso da troca de apenas dois pneus no veiculo, estes sejam montados no eixo traseiro, independentemente do tipo de tração.



Para uma maior durabilidade dos seus pneus, verifique a calibragem regularmente, de preferência semanalmente, inclusive o estepe. Para saber a calibragem ideal para os seus pneus é essencial que sempre seja utilizada a pressão recomendada pelo fabricante do veículo, informada no manual do proprietário. Além disso lembre-se que a inspeção e o ajuste das pressões devem ser feitos sempre com os pneus frios.

Pneus com pressão fora do recomendado podem gerar vários problemas de segurança, como:

  • Aceleração do desgaste geral do pneu (trabalha mais quente).
  • Aumento do desgaste nos ombros (apoio maior sobre esta área).
  • Maior consumo de combustível (maior resistência ao rolamento).
  • Perda de estabilidade em curvas (alteração da área de contato com o solo).
  • Direção pesada e perda da capacidade em manobras (maior resistência).
  • Desgaste prematuro dos terminais de direção (aumento de exigência).




  • O rodízio de pneus assegura o desgaste uniforme e prolonga a vida útil do conjunto,  equilibrando as diferenças de desgaste existentes entre os eixos dianteiro e traseiro do veículo.
  • Recomenda-se realizar o rodízio a cada 10.000 km (mesmo que não apresentem sinais de desgaste) ou conforme orientação do fabricante do veículo. Não deve ser feito para motocicletas.
  • Para  pneus  de  uso  misto  e  perfil  de  banda  de  rodagem  com  desenho  unidirecional  (pneu  com  orientação de direção de rodagem), recomenda-se o rodízio a cada 5.000 km, impreterivelmente.


Balanceamento é o processo de equilibrar o conjunto de pneus e rodas do veículo, esse procedimento é necessário quando:

- Sempre que substituir os pneus e/ou rodas, ou ainda quando efetuado o rodízio;
- Ao notar vibrações no volante e/ou veículo;
- Em caso de impacto com buracos e/ou obstáculos, com empenamento da roda;
- Preventivamente a cada 10 mil quilômetros rodados (motos a cada 1.000km).


Tipos de Desbalanceamento:

Desbalanceamento Estático: É o desequilíbrio que provoca uma vibração no plano vertical da roda, fazendo com que o pneu “pule”, e se torna mais crítico quanto maior for a velocidade.

Desbalanceamento Dinâmico: É o desequilíbrio formado por um par de forças agindo em cada um dos planos do pneu. Faz com que a roda “oscile lateralmente”, caracterizando o “ shimmy” em uma determinada faixa de velocidade.




O alinhamento consiste em ajustar a geometria veicular, o que permite o contato ideal dos pneus com o solo, aumentando sua vida útil e melhorando a dirigibilidade. Recomenda-se a realização do alinhamento nas seguintes situações:

a) A cada troca de pneus e/ou rodas, ou ainda, quando efetuado o rodízio. Preventivamente a  cada 10.000 km (motos a cada 1.000 km);
b) Quando houver alteração na dirigibilidade, com sensação de instabilidade e/ou tendência direcional, além de volante descentralizado;
c) Em caso de substituição de componentes da suspensão/direção;
d) Em caso de impacto com buracos e/ou obstáculos;
e) Se notar desgaste irregular dos pneus, assim como rodar mais ruidoso.


Tipos de alinhamento:

  • Câmber: Corresponde à inclinação da roda do veículo segundo  a perpendicular com o solo. A cambagem excessiva provoca um desgaste mais acentuado no ombro do pneu. Se o câmber for positivo, o desgaste será no ombro externo; se for negativo, o desgaste será no ombro interno.

  • Cáster: É o ângulo de inclinação da suspensão da roda com relação a um plano vertical. Pode ser negativo (para frente) ou positivo (para trás) e é responsável por proporcionar a estabilidade direcional do veículo. Eventualmente problemas de cáster ocasionam um bamboleio na roda, resultando em desgaste acentuado em pontos localizados da banda de rodagem de um pneu. ( desgaste multiescavado nos pneus).

  • Convergência/ Divergência: É a abertura ou fechamento da roda, que tende a ser igual a zero com o veículo em movimento. Caso esteja fora de medidas, acarretará um desgaste por arraste, lixando a rodagem do pneu, do ombro para o centro com um aspecto escamado. Desgaste do tipo “pena”.








Os pneus, quando em serviço, tem a sua temperatura de trabalho bem definidos sempre considerando a carga e pressão corretas. Entretanto, quando o pneu é aplicado em condições de sobrecarga ou baixa pressão, as laterais  irão flexionar mais que o necessário, gerando calor excessivo, extremamente prejudicial ao pneu. Fato semelhante ocorre quando pneus subdimensionados, quanto á sua velocidade, são aplicados aos veículos.

Nestas condições  os pneus apresentam deformações nas laterais, resultados de flexões que levam ao aumento de temperatura e falha do pneu.

Este fenômeno é chamado de onda estacionária, que é uma serie de flexões excessivas, que parecem permanecer numa posição quando o pneu roda.

Outras ocorrências de geração de calor podem estar ligadas aos pneus de carga reformados. Quando são aplicadas bandas excessivamente pesadas, haverá um volume de borracha excessivo principalmente no ombro do pneu e um significativo aumento de temperatura de trabalho. Estas condições podem gerar separações entre componentes e é bastante crítico, a ponto de a  cada 1mm de borracha excedente corresponder um significativo aumento de temperatura de trabalho de pneu.


A maneira como você conduz um veículo pode preservar seus pneus Dunlop por muito mais tempo. Entenda como isso é possível:

  • Evite parar o veículo sobre superfícies cobertas de óleo, gordura, gasolina e outros químicos.
  • Antes de viagens em alta velocidade, ajuste a pressão dos pneus com o veículo carregado e com os pneus frios.
  • Evite dirigir em superfícies acidentadas, irregulares, inacabadas ou cobertas de detritos, para evitar cortes e arrachamentos da banda de rodagem.
  • Verifique os pneus constantemente para certificar-se de que não existem objetos estranhos nas suas bandas de rodagem.
  • Evite freadas e mudanças de direção bruscas.

Cuidado com a velocidade, em excesso, ela pode causar danos ao seu pneu. Confira:

  • Acumulação acelerada de calor nos pneus.

Para que não ocorra esse problema, mantenha seus pneus Dunlop sempre em boas condições e com a pressão correta, além de dirigir apenas na velocidade regulamentada pela legislação de trânsito.

Guarde com cuidado seus pneus, levando em conta:

  • Se for guardar montado na roda, em casa, encha e verifique se existem fugas nas válvulas.
  • Substitua as tampas das válvulas em falta.
  • Armazene seus pneus em lugares frescos e secos.
  • Proteja-os da luz do sol e afaste-os de equipamentos elétricos.

No caso de pneus usados, se apresentarem quaisquer sinais de desgaste irregular, o veículo deve ser verificado. As possíveis causas podem ser:

  • Desalinhamento da suspensão/direção.
  • Desbalanceamento das rodas.